lillylovesgreen

sobre tudo um pouco

Eu Quero é Botar Meu Bloco Na Rua 28 julho, 2009

Filed under: música — Ligia @ 12:39 pm

(…) Há quem diga
Que eu não sei de nada
Que eu não sou de nada
E não peço desculpa
Que eu não tive culpa
Mas que eu dei bobeira
E que Durango Kid
Quase me pegou(…)

Há tempos ando aficcionada no cd ao vivo do monobloco e nesse fim de semana bati meu recorde; ouvi até os funks dos quais nem sou (ou era, sei lá) muito fã! Minha predileta é Suíte dos pescadores/Eu quero é botar meu bloco na rua, com o Lenine – gosto bastante dele também, fui a vários shows na época da faculdade num lugar que mora no meu coração pelos vários momentos que vivi lá: Cooperativa Brasil (de onde guardo até uma camiseta velha e surrada que afanei de um ex-namorado – não por ele, pelo lugar rs).

Conheça  mais no site deles: http://www.monobloco.com.br/

Cooperativa: http://cooperativabrasil.com.br/

 

O presidente sem autocensura 26 julho, 2009

Filed under: dia-a-dia — Ligia @ 7:26 pm

Seis anos e meio deveriam, talvez, ser mais do que suficientes para o País já não ficar perplexo com as impropriedades que ornamentam os discursos de cada dia do seu primeiro mandatário. Desde que chegou ao Palácio do Planalto, não houve, com efeito, ocasião ou circunstância que o presidente Lula considerasse imprópria para dizer o que lhe viesse à cabeça. Em linguagem corrente, o homem simplesmente não se toca. Mas o efeito cumulativo de seus disparates, no ambiente e no momento que for – desde uma entrevista de passagem, em meio ao atropelo dos jornalistas, até uma solenidade formal de governo -, antes aviva do que anestesia o pasmo provocado pela absoluta falta de autocensura que sustenta tais enormidades. O presidente, definitivamente, não possui o que o público chama de desconfiômetro. Quando lhe faltam argumentos racionais para defender suas teses, desanda a afirmar coisas de que em geral as pessoas, que dirá um chefe de Estado, poupam os que as ouvem, quanto mais não seja para resguardar a própria dignidade. De toda maneira, o que parece contar para Lula e o que o empurra para longe de qualquer vestígio de decoro é o intento de dar o seu recado, quantas vezes julgar necessário – e o resto que se lixe. O exemplo da hora, naturalmente, são as suas demonstrações públicas de alinhamento incondicional com o presidente do Senado, José Sarney, imerso em evidências irrefutáveis de malfeitos que o despojaram das condições mínimas para continuar no cargo e conservar o mandato. Lula parece acreditar que as suas ações em socorro do seu principal aliado no Congresso, de quem se converteu no mais vistoso guarda-costas, não apenas haverão de garantir a sua invulnerabilidade, como ainda o farão se lançar com entusiasmo na duvidosa empreitada de unir o PMDB ao redor da candidatura Dilma Rousseff em 2010. Além de agir, enquadrando, por exemplo, a bancada petista no Senado, ansiosa por se dissociar do oligarca – se não em nome da ética, pelos cálculos eleitorais da maioria dos seus membros -, Lula acha que precisa mostrar a Sarney, por palavras, que se identifica plenamente com o núcleo da sua autodefesa, que ele externou no discurso de 16 de junho: a sua biografia o torna inimputável. (O que a opinião pública pensa disso não vem ao caso.) Dois dias depois, no que o presidente-torcedor poderia chamar de jogada ensaiada, Lula declarou, para assombro dos repórteres que o acompanhavam ao Casaquistão, que Sarney não pode ser tratado como “pessoa comum”. E foi isso, numa versão verdadeiramente escandalosa, que ele reiterou anteontem na solenidade de posse do novo procurador-geral da República, Roberto Gurgel. Envergonhando o emblema da República que adornava a tribuna de onde discursava, Lula advertiu o Ministério Público (MP) a não atuar “pensando apenas na biografia de quem está fazendo a investigação” – por si só, uma insinuação próxima do insulto -, mas “pensando, da mesma forma, na biografia de quem está sendo investigado”. Ou seja, o MP não pode esquecer que todos são iguais perante a lei, mas alguns são mais iguais que os outros. Aqui já se trata de teatro do absurdo. Antes, Lula aconselhara o MP a “investigar fatos, tirar as suas conclusões e tomar as providências coerentes com elas”, como se não fosse exatamente isso o que fez o então procurador-geral Antonio Fernando Souza, no caso do mensalão, indiciando 40 suspeitos, de variadas biografias, como membros de uma “sofisticada organização criminosa” interessada em “garantir a permanência do partido (o PT) no poder”. A vida pregressa de um réu somente pesa – como circunstância atenuante ou agravante – na hora do julgamento. Não se ofenderá a inteligência do presidente da República sugerindo que possa ter confundido as condutas apropriadas aos agentes públicos em cada etapa do devido processo legal. Lula não é um néscio: o seu problema, ou melhor, o problema do País, sob a sua liderança, é a sem-cerimônia com que dá ao povo que o admira um exemplo perverso de como tratar as instituições. Elas têm sido a primeira vítima de sua obstinação em conseguir o que pretende – controlar o processo político e fazer a sua sucessora. Ele deve imaginar que a sua excepcional biografia a tudo o autoriza. Tanto pior.

Editorial do Estadão de sexta, dia 24/07 – Tão excelente que reproduzo aqui na íntegra.

Link: http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20090724/not_imp407522,0.php

 

Encontros & Desencontros

Filed under: dia-a-dia — Ligia @ 12:32 pm
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Incrível como meu humor é influenciado pelo clima e  nesses dias intermináveis de frio+chuva, ando péssima. Hoje estou especialmente triste, me sentindo a última das criaturas e isso me impede de aproveitar os papos com pessoas incríveis e suas histórias fantásticas.

Meu mau humor (e não é só culpa do clima, que fique claro) tem transformado encontros em desencontros, muito feio  senhorita.

 

Quero quadros, muitos! 24 julho, 2009

Filed under: Decoração — Ligia @ 6:46 pm

As paredes da minha casa estão branquinhas e peladas.Por enquanto só meu queridíssimo Frau im Mond (porque essa sou eu: na lua, de lua etc) encostado no móvel da sala.

frau im mond

Ainda não sei onde vou por e nem se são esses os ideais, mas são os da minha lista de desejos..

quero keep etsy etsy 2

E os adesivos, algumas ideias:

₢ birds

Tudo da Etsy, keep calm daqui, as mocinhas daqui (adoooooro) e os adesivos daqui.

 

História em quadrinhos 12 julho, 2009

Filed under: de tudo um pouco,dia-a-dia — Ligia @ 1:03 am
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sad   ahn 205_Heartless 201_floating   130_new_house vinho185alone  telefone Time%20heals216_thinkingofu

Todos daqui: http://stickgal.blogspot.com

 

“mas ninguém escapará à sedução da minha paciência”

Filed under: livros — Ligia @ 12:19 am

Adélia Prado

Esses dias me disseram: é só ter paciência.

Preciso me lembrar disso.